A Bela Adormecida. Contos tradicionais para crianças

A Bela Adormecida. Contos infantis clássicos

Guiainfantil.com 22 de outubro de 2014

Há muitos anos, em um reino distante, uma rainha deu à luz uma linda menina. Para a festa do batizado, os reis, convidaram-no para todas as fadas do reino, mas, infelizmente, esqueceram-se de convidar a mais malvada.

Embora não tenha sido convidada, a fada maligna se apresentou ao castelo e, ao passar diante do berço da pequena, colocou um feitiço, dizendo: “Ao completar dezesseis anos, se pincharás com um fuso e morrerás”.

Conto tradicional para crianças

Bela adormecida

Ao ouvir isso, uma fada boa que estava por perto, fez um encantamento, a fim de atenuar a terrível condenação: “A peruca em vez de morrer, a menina permanecerá adormecida durante cem anos e só o beijo de um belo príncipe que a acordará.”

Os anos passaram e a princesa se tornou uma menina muito bonita. O rei tinha ordenado que fossem destruídos todos os fusos do castelo, com o fim de evitar que a princesa pudesse peruca.

Mas isso de nada serviu. Ao completar dezesseis anos, a princesa recorreu a um lugar desconhecido do castelo e lá se encontrou com uma velha surda que estava a fiar.

A princesa pediu-lhe que o deixasse tentar. E aconteceu o que a fada má havia previsto: a princesa se apurou com o fuso e caiu fulminada ao chão.

Depois de várias tentativas, ninguém conseguiu vencer o oxigênio e a princesa foi deitada em uma cama cheia de flores. Mas a boa fada não se dava por vencida.

Teve uma brilhante idéia. Se a princesa ia dormir por cem anos, todos do reino dormirían com ela. Assim, quando a princesa acordar teria todos ao seu redor.

E assim o fez. A varinha da fada dourada levantou-se e traçou no ar uma espiral mágica. Instantaneamente todos os habitantes do castelo adormeceram.

No castelo tudo tinha emudecido. Nada se movia, nem o fogo nem o ar. Todos dormindo. Ao redor do castelo, começou a crescer um estranho e exuberante floresta que foi a ocultar totalmente o castelo no decorrer do tempo.

Mas, ao final do século, um príncipe, que estava de caça por lá, chegou até seus arredores. O animal ferido, para salvar-se do seu perseguidor, não achou melhor esconderijo que a espessura dos zarzales que rodeavam o castelo.

O príncipe desceu de seu cavalo e com sua espada, tentou abrir caminho. Avançava lentamente, porque o emaranhado era muito densa. Desanimado, estava a ponto de retroceder quando, ao tirar um galho, viu algo…

Seguiu avançando até chegar ao castelo. A ponte levadiça estava abaixado. Levando o cavalo sujeito pelas rédeas, entrou, e quando viu a todos os habitantes situados nas escadas, nos corredores, no pátio, pensou com horror que estavam mortos.

Então ele se acalmou ao verificar que apenas estavam dormindo. “Despertai! Despertai!”, gritou uma e outra vez, mas foi em vão. Cada vez mais extrañado, ele entrou no castelo até chegar ao quarto onde dormia a princesa.

Durante muito tempo contemplou aquele rosto sereno, cheio de paz e beleza; sentiu nascer em seu coração o amor que sempre havia esperado em vão.

Emocionado, aproximou-se dela, tomou a mão da menina e delicadamente beijou… Com aquele beijo, de repente, a menina acordou e abriu os olhos, acordando do tempo muito longo sono.

Ao ver frente a si o príncipe, ele murmurou: “Por fim chegaram! Em meus sonhos acariciava este momento por tanto tempo esperado”. O encantamento foi quebrado.

A princesa levantou-se e estendeu a sua mão ao príncipe. Naquele momento, tudo o castelo acordou. Todos se levantaram, a olharem surpresos e dizendo que era isso que tinha acontecido.

Ao dar-se conta, correram loucos de alegria ao lado da princesa, a mais linda e feliz do que nunca. Ao cabo de alguns dias, o castelo, até então, imerso no silêncio, encheu-se de música e de boas risadas com motivo de casamento.

FIM

Charles Perrault

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